Embora façamos o nosso melhor para manter os dados atualizados, não podemos garantir a precisão completa em uma base diária
Filtros
Recursos da corretora
Formas de depósito
Plataformas
Canais de atendimento
Estatísticas do produto
Uma análise completa de todos os dados dos produtos nesta comparação para ajudá-lo a tomar a decisão certa.
Taxa de câmbio
0% - 0% (0%)
Depósito mínimo
R$ 1 - R$ 500 (R$ 212,75)
Conta de demonstração
2 (50%)
Copy trading
2 (50%)
Ações fracionadas
1 (25%)
Cartão de Débito
3 (75%)
Web
4 (100%)
iOS
3 (75%)
Android
3 (75%)
Disponível para desktop
3 (75%)
Chat ao vivo
4 (100%)
E-mail
4 (100%)
Telefone
3 (75%)
Suporte 24h por dia
1 (25%)
Fóruns da comunidade
1 (25%)
Estatísticas baseadas em 4 produtos de Corretoras de ações no nosso banco de dados.
Escolha da Financera
Mais bem avaliado
Markets.com
Spreads a partir de 0,6 pips em pares principais, sem taxas de saque ou comissões ocultas. O depósito mínimo de US$100 é acessível, e os custos operacionais estão abaixo da média do mercado.
Atendimento disponível 24h nos dias úteis via chat, e-mail e telefone. O suporte é profissional e ágil, porém apenas em português de Portugal, não brasileiro.
Termos transparentes, sem taxas ocultas. Saques instantâneos e gratuitos. Regulamentada pela CySEC, FCA, ASIC e FSCA. Taxa de inatividade cobrada após 3 meses sem uso.
Plataforma intuitiva com app responsivo e integração com MT5 e TradingView. Ampla gama de ferramentas educativas. Nota 4,3/5 no Trustpilot com mais de 1.200 avaliações.
Consiga condições exclusivas das melhores empresas financeiras
Melhores corretoras Brasil em 2026
As melhores corretoras Brasil não são necessariamente as que aparecem mais em propaganda. Entre as melhores corretoras de investimentos do Brasil, a escolha certa depende do seu momento: para uma pessoa que está começando, pode ser a corretora mais simples, com renda fixa fácil de entender e aplicativo claro. Para quem opera ações toda semana, pode ser a que tem home broker estável, boa boleta e custos transparentes.
O ponto principal é este: corretagem zero virou comum, mas isso não significa custo zero em todas as operações. Ainda existem taxas da B3, impostos, eventuais custos de plataformas, spread em câmbio, taxa de custódia no Tesouro Direto e diferenças grandes na qualidade do atendimento.
Nesta comparação, usamos critérios práticos para quem mora no Brasil: segurança regulatória, variedade de produtos, custos reais, facilidade de uso, suporte, reputação e adequação ao perfil de investidor. A ideia não é empurrar uma única escolha, mas ajudar você a saber qual corretora faz sentido para o seu dinheiro agora.
Corretora
Melhor para
Taxa principal
Condição importante
XP
Investidor que quer assessoria, renda fixa e muitos produtos
Corretagem zero ou regressiva conforme produto e canal
Confira custos de mesa, plataformas e produtos estruturados
Rico
Iniciante que quer uma experiência simples
R$0 em ações, FIIs, ETFs e BDRs pelo home broker
Boa para começar, mas compare suporte e relatórios
Nu Invest
Cliente Nubank e quem busca renda fixa fácil
Corretagem zero em ações segundo a marca
Ecossistema simples, com menos recursos para trader avançado
BTG Pactual
Quem quer banco de investimento e plataforma robusta
Corretagem zero em alguns produtos e regressiva em outros
Atenção a RLP, mesa e ferramentas profissionais
Clear
Traders e operações frequentes na bolsa
Corretagem zero em produtos de bolsa, com taxas da B3
Plataformas avançadas podem ter condições específicas
Banco Inter
Quem quer banco digital e investimentos no mesmo app
Renda variável pelo app sem taxa de corretagem
Útil para centralizar conta, cartão e investimentos
Genial ou Modal
Quem busca ferramentas, research e alternativas de plataforma
Taxa zero em ativos ou condições específicas
Leia a tabela vigente antes de operar
Como avaliamos as corretoras
A nossa metodologia começa pela segurança. Uma corretora deve atuar dentro das regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do Banco Central do Brasil quando aplicável, da B3 e das normas de suitability. Suitability é a análise que verifica se produto, serviço e operação combinam com seus objetivos e perfil de risco. Na prática, buscar uma corretora CVM é procurar uma instituição que pode ser conferida em canais oficiais, e não apenas em anúncios.
Depois olhamos para custo total. Isso inclui corretagem, custódia, taxa de plataforma, taxa de administração de fundos, spread em câmbio, cobrança de mesa de operações e custos próprios da bolsa. O investidor que compra R$500 em ações uma vez por mês sente uma tarifa de R$5 de forma diferente de alguém que movimenta R$50.000. Esse é o ponto central de como escolher corretora de investimentos sem cair no erro de olhar só para a chamada da campanha.
Também avaliamos variedade de produtos. Uma boa corretora para renda fixa deve ter CDBs, LCIs, LCAs, Tesouro Direto e fundos com informações claras. Para renda variável, entram ações, FIIs, ETFs, BDRs, opções, relatórios, alertas e estabilidade do home broker. Para quem está começando, uma boa tela de produto vale mais do que uma plataforma cheia de botões.
Por fim, consideramos atendimento e experiência. O app trava em horário de pregão? O informe de rendimentos chega sem dor de cabeça? A transferência de custódia é simples? O chat resolve problema ou só abre protocolo? Esses detalhes aparecem quando o mercado cai ou quando você precisa resgatar dinheiro com pressa.
Taxas, impostos e custos que entram na conta
Muita gente procura corretora com taxa zero e para por aí. O problema é que corretagem é apenas uma parte do custo. Se você compra ações, pode pagar taxas da B3 na nota de corretagem. A Receita Federal usa exemplos em que uma compra hipotética de R$2.000,00 tem corretagem de R$0,00, mas ainda soma taxa de liquidação e emolumentos.
No Tesouro Direto, a taxa de custódia da B3 é de 0,2% ao ano, com regra específica de isenção para Tesouro Selic até R$10.000,00 por CPF. A instituição financeira também pode ter taxa própria, embora muitas corretoras brasileiras tenham zerado essa cobrança.
No imposto de renda, ações têm regra própria. A Receita informa isenção para ganhos líquidos em vendas de ações no mês de até R$20.000,00, mas isso não vale para day trade, ETFs, FIIs e outras operações. Se você opera renda variável, a corretora ajuda com notas e informes, mas a responsabilidade de apurar e pagar DARF continua sendo sua.
CET é termo de crédito, não de investimento. Em corretoras, o que você deve acompanhar são IR, IOF quando aplicável, taxa de custódia, taxa de administração, spread, corretagem, emolumentos e taxa de liquidação. O nome muda, mas o efeito é o mesmo: custo pequeno repetido muitas vezes vira dinheiro que deixa de render.
Checklist de custos antes de abrir conta
Corretagem para ações, FIIs, ETFs, BDRs, opções e minicontratos.
Taxa de custódia, manutenção de conta e cobrança por plataforma profissional.
Custos de mesa de operações, principalmente se você opera por telefone ou assessor.
Taxas de administração e performance em fundos, carteiras recomendadas e COEs.
Spread de câmbio para investimentos internacionais ou conta global.
Qualidade do informe de rendimentos e facilidade para declarar IR.
Qual corretora combina com cada perfil
Para quem está começando, a melhor escolha costuma ser a mais simples. Se você ainda está aprendendo a diferença entre CDB, Tesouro Selic, ETF e FII, faz sentido priorizar aplicativo claro, produtos bem explicados e pouco atrito para investir valores pequenos. A nossa página de melhores aplicativos de investimento ajuda nesse primeiro filtro.
Para quem quer renda fixa, procure corretoras com boa oferta de CDBs, LCIs e LCAs, mas não escolha apenas pela maior taxa. Verifique emissor, liquidez, prazo, cobertura do FGC e valor mínimo. Se o objetivo é reserva de emergência, um CDB de liquidez diária pode fazer mais sentido do que um título com rentabilidade maior e vencimento longo. Também temos um guia sobre CDB que explica esse ponto com mais calma.
Para quem procura uma corretora para ações, variedade e custo baixo importam. ETFs, FIIs, ações, BDRs e Tesouro Direto podem conviver na mesma carteira, desde que você entenda o risco de cada produto. Use a calculadora de juros compostos para perceber como uma diferença pequena de custo anual muda o resultado depois de anos.
Para traders, a conversa é outra. Home broker estável, execução, plataforma gráfica, margem, custos de mini contratos e suporte em horário de pregão pesam mais do que uma interface bonita. Nesse caso, Clear, Modal, Genial, BTG e outras casas com ferramentas de operação podem fazer sentido, desde que você leia as condições de gratuidade.
Para quem quer investir fora do Brasil, avalie corretoras internacionais e plataformas com acesso a ativos globais. A Financera tem análises separadas de plataformas como Markets.com e Naga Trader, mas aqui vale um cuidado extra: uma conta internacional pode seguir regras de outro país e não substitui uma corretora local para ativos brasileiros da B3.
Vantagens de uma boa corretora
Acesso a renda fixa, ações, FIIs, ETFs, fundos e Tesouro Direto em uma só conta.
Corretagem zero em muitos ativos para pessoa física, dependendo do canal usado.
Relatórios, carteiras recomendadas e conteúdos que ajudam na tomada de decisão.
Portabilidade de custódia para mudar de instituição sem vender seus ativos.
Aplicativo e home broker para acompanhar carteira, ordens e notas de corretagem.
Possibilidade de combinar banco, cartão, conta global e investimentos no mesmo ecossistema.
Pontos de atenção
Taxa zero pode depender de produto, canal, adesão ao RLP ou condição promocional.
Produtos complexos podem ser oferecidos a quem ainda não entende os riscos.
Atendimento ruim aparece justamente quando há erro de ordem, resgate ou informe fiscal.
Investimentos de renda variável não têm garantia do FGC e podem gerar prejuízo.
Corretora internacional pode não estar sujeita às mesmas proteções do mercado brasileiro.
O processo costuma ser online, mas vale fazer com calma. Você está entregando documentos, dados financeiros e autorização para movimentar investimentos.
Como abrir conta em uma corretora
1. Confira a instituição
Pesquise a corretora no site da CVM, no Banco Central e nos canais oficiais da própria empresa. Desconfie de páginas patrocinadas que prometem rendimento fixo em bolsa ou atendimento por mensageiro sem domínio oficial.
2. Faça o cadastro
Tenha CPF, documento com foto, endereço, telefone, e-mail e dados bancários. A corretora pode pedir uma selfie ou validação pelo aplicativo para confirmar sua identidade.
3. Responda ao perfil de investidor
Não tente marcar respostas agressivas só para liberar produtos. O questionário existe para evitar que você compre algo incompatível com seu conhecimento, prazo e tolerância a perdas.
4. Transfira pouco no começo
Envie um valor pequeno, teste compra, venda, resgate, extrato e atendimento. Só depois transfira uma quantia maior ou peça portabilidade de custódia.
5. Guarde notas e informes
Baixe notas de corretagem, extratos e informe de rendimentos. Essa organização evita dor de cabeça na declaração de imposto de renda e na apuração de ganhos em renda variável.
Regulação: CVM, Banco Central, B3 e FGC
No Brasil, o mercado de valores mobiliários é fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários. Corretoras e distribuidoras também podem aparecer em consultas do Banco Central, dependendo da estrutura da instituição. A B3 entra como bolsa, depositária e infraestrutura de negociação e custódia para diversos ativos. Essas referências ajudam a separar corretoras de valores no Brasil de sites que apenas capturam cadastro.
Isso não quer dizer que todo investimento é garantido. Ações, FIIs, ETFs, BDRs e derivativos oscilam e podem cair. Se você compra uma ação por uma corretora regulada, a segurança operacional não elimina o risco de mercado.
O FGC cobre alguns produtos emitidos por instituições financeiras, como CDB, LCI e LCA, respeitando limites e regras do fundo. Ele não cobre ações, FIIs, ETFs, fundos de investimento comuns ou prejuízos por oscilação de preço. Em outras palavras, uma corretora confiável é necessária, mas não transforma investimento de risco em investimento garantido.
A CVM também trata de suitability. Na prática, a corretora deve avaliar se determinado produto faz sentido para seu perfil. Se você está começando, veja isso como proteção, não como burocracia. Produto sofisticado sem entendimento costuma ser um jeito caro de aprender.
Corretora nacional ou internacional?
A corretora nacional é o caminho natural para investir em produtos brasileiros. Ela conversa com a B3, entrega documentos locais, facilita declaração e costuma aceitar Pix ou TED a partir de conta brasileira. Para Tesouro Direto, ações brasileiras, FIIs, ETFs locais e renda fixa, esse é o caminho mais simples.
A corretora internacional pode ser interessante quando você quer exposição a ações estrangeiras, ETFs globais, CFDs ou recursos de copy trading. Mas ela exige outro nível de cuidado. Verifique jurisdição, proteção ao investidor, custos de câmbio, spread, tributação e forma de sacar o dinheiro. Não trate uma plataforma global como se fosse igual a uma corretora autorizada para operar ativos brasileiros.
Se a sua prioridade é começar a investir com segurança, abra primeiro uma conta brasileira bem regulada e entenda produtos básicos como Tesouro Direto, CDB e ETFs. Depois você avalia se faz sentido ter uma segunda conta para diversificação internacional.
Quando vale trocar de corretora
Trocar de corretora faz sentido quando a instituição atual limita sua carteira, cobra taxas que não se justificam ou falha no atendimento. Também pode valer a pena quando você muda de fase. Quem começou investindo R$100 por mês talvez precise de uma plataforma melhor quando passa a montar carteira de ações, FIIs e renda fixa mais robusta.
A transferência de custódia permite mover ativos sem vender, o que evita realizar imposto apenas para migrar de casa. Ainda assim, confira o procedimento, prazos, eventuais pendências cadastrais e se o ativo é aceito pela instituição de destino. Alguns produtos de renda fixa, fundos ou previdência podem ter regras próprias.
Não troque só por bônus ou campanha. O brinde acaba, mas a plataforma fica. Compare o custo de longo prazo, a estabilidade do aplicativo e a capacidade da corretora de resolver problemas simples sem transformar tudo em chamado.
Veredito: qual é a melhor corretora no Brasil?
Para iniciantes, Rico, Nu Invest, Banco Inter e outras plataformas com experiência simples costumam ser boas portas de entrada. Para investidores que querem mais produtos e assessoria, XP, BTG Pactual e Genial entram com mais força. Para traders, Clear, Modal, Genial e BTG merecem atenção pelas ferramentas, mas só fazem sentido se você entende os custos e riscos da operação.
A melhor resposta depende do seu uso. Se você investe uma vez por mês em renda fixa, não precisa da mesma estrutura de alguém que opera mini índice todos os dias. Se você compra ETFs para o longo prazo, a estabilidade e o custo recorrente importam mais do que uma tela cheia de gráficos. Se você depende de atendimento, teste antes com pouco dinheiro.
O melhor caminho é escolher uma corretora regulada, barata para o seu tipo de operação e simples o bastante para você usar sem medo. Depois, revise a escolha uma vez por ano. O mercado muda, as taxas mudam e o seu perfil também muda.
Perguntas frequentes sobre corretoras no Brasil
Qual é a melhor corretora do Brasil para iniciantes?
Para iniciantes, a melhor corretora costuma ser a que combina aplicativo simples, produtos fáceis de entender, taxa baixa e bom suporte. Rico, Nu Invest, Banco Inter e outras plataformas integradas a bancos digitais costumam ser caminhos mais amigáveis, mas a escolha depende do seu objetivo.
Como saber se uma corretora é confiável?
Consulte a instituição nos canais oficiais da CVM e do Banco Central, verifique o domínio do site, leia a tabela de custos e procure sinais de atendimento real. Desconfie de promessa de lucro garantido, Pix para pessoa física ou pressão para depositar dinheiro imediatamente.
Corretora com taxa zero é sempre a melhor opção?
Não. Taxa zero ajuda, mas você também deve olhar plataforma, suporte, produtos disponíveis, custos de câmbio, taxa de fundos, ferramentas pagas e taxas da B3. Uma corretora grátis que trava ou não resolve problema pode sair cara.
Posso ter conta em mais de uma corretora?
Sim. Muitos investidores usam uma corretora para renda fixa, outra para renda variável e outra para investimentos internacionais. Só tenha organização para acompanhar informes, notas de corretagem, saldos e declaração de imposto de renda.
O FGC protege dinheiro parado na corretora?
O FGC protege produtos cobertos, como CDB, LCI e LCA emitidos por instituições financeiras, dentro dos limites do fundo. Ele não protege ações, FIIs, ETFs, fundos comuns ou perdas por oscilação de mercado. Dinheiro parado e ativos em custódia seguem regras específicas da instituição e da infraestrutura de mercado.
Vale a pena trocar de corretora?
Vale quando a corretora atual cobra caro, tem poucos produtos, falha no atendimento ou não atende mais ao seu perfil. Antes de migrar, confira se os ativos podem ser transferidos por portabilidade de custódia e teste a nova plataforma com um valor pequeno.
Junte-se ao Coleções da Financera - Seu guia semanal para dominar os conceitos básicos de finanças, gerar renda extra e criar uma vida onde o dinheiro trabalha para você. É totalmente gratuito.