Quem criou o Pix foi o Banco Central do Brasil. A resposta curta é essa: o Pix não nasceu dentro de um banco privado, de uma fintech ou de um aplicativo específico. Ele foi desenhado, regulado e lançado pelo próprio Banco Central como infraestrutura pública de pagamentos instantâneos.
A confusão é compreensível. No dia a dia, você usa o Pix pelo aplicativo do seu banco, pela sua conta corrente ou por uma carteira digital. Só que essas instituições são participantes do sistema. Elas oferecem a interface para o cliente, mas não são as criadoras do Pix.
Na prática, o Pix é um meio de pagamento que transfere dinheiro em poucos segundos, em reais, entre contas de pessoas, empresas e governo. Ele funciona todos os dias, inclusive fins de semana e feriados, e foi pensado para reduzir a dependência de TED, DOC, boleto e dinheiro físico em várias situações do cotidiano.


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