Anônimo
Especialista financeiro · Financera
R$ 2.000hoje→R$ 20.000meta
5 a 6 mTempo até a meta
Contribuições: R$ 16.500 | Juros ganhos: R$ 1.773|Por volta de março de 2032
Como sua poupança cresce até R$ 20.000
| Ano | Contribuições | Juros ganhos | Saldo (R$) |
|---|---|---|---|
| Ano 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 2.000 |
| Ano 1 | R$ 3.000 | R$ 102 | R$ 5.102 |
| Ano 2 | R$ 6.000 | R$ 299 | R$ 8.299 |
| Ano 3 | R$ 9.000 | R$ 593 | R$ 11.593 |
| Ano 4 | R$ 12.000 | R$ 987 | R$ 14.987 |
| Ano 5 | R$ 15.000 | R$ 1.485 | R$ 18.485 |
| Ano 6 | R$ 16.500 | R$ 1.773 | R$ 20.273 |
Considera capitalização mensal com aportes adicionados no fim de cada mês. Os retornos são estimativas, não garantias.
A calculadora de poupança mostra, em segundos, para onde o seu dinheiro vai chegar. Você informa quanto já tem guardado, quanto pretende depositar todo mês e por quanto tempo, e o simulador projeta o saldo final, separando o que é aporte seu do que é rendimento. Dá para usar nos dois sentidos: definir uma meta e descobrir quanto guardar por mês, ou fixar o valor mensal e ver onde você chega no prazo escolhido.
Valor inicial
Digite quanto você já tem guardado hoje. Se está começando do zero, é só deixar em R$ 0,00.
Aporte mensal
Informe quanto pretende depositar todo mês. É aqui que a disciplina pesa mais do que o valor com que você começou.
Taxa de rendimento
Coloque o rendimento esperado ao mês ou ao ano. O usuário informa a taxa manualmente — consulte a rentabilidade atual da sua aplicação antes de simular.
Prazo
Escolha por quantos anos você vai guardar (de 1 a 50). Quanto maior o prazo, mais os juros sobre juros trabalham a seu favor.
Meta (opcional)
Se tiver um objetivo em mente, como a entrada de um carro ou a reserva de emergência, informe o valor e veja quanto precisa guardar por mês para chegar lá.
O rendimento da poupança usa juros compostos: todo mês o seu dinheiro rende sobre o saldo acumulado, e não só sobre o valor que você depositou lá no começo. Na prática, os juros do mês passado também passam a render no mês seguinte. É o famoso efeito 'bola de neve'.
Veja um exemplo. Digamos que você comece com R$ 2.000,00, deposite R$ 500,00 por mês, a uma taxa de 0,5% ao mês, durante 24 meses. Ao longo dos dois anos você vai colocar R$ 14.000,00 do próprio bolso (os R$ 2.000,00 iniciais mais 24 depósitos de R$ 500,00). Com o rendimento, o saldo final chega a cerca de R$ 14.970,32. Ou seja, perto de R$ 970,00 caíram na sua conta só de juros, sem você fazer nada além de manter os depósitos em dia.
Alguns fatores mudam bastante o número que aparece na tela. A taxa de rendimento é o mais direto: a poupança costuma render menos que outras aplicações de renda fixa, então vale comparar antes de decidir onde deixar o dinheiro. A inflação corrói o poder de compra do que você guardou; se o seu dinheiro rende 6% no ano e a inflação foi de 5%, o ganho real ficou perto de 1%. Pesa também a constância dos aportes: pular meses derruba o saldo final muito mais do que parece, porque cada depósito que falta deixa de render por todo o resto do prazo. E não custa lembrar que o rendimento da poupança pode mudar conforme a taxa básica de juros do país, então a taxa de hoje não é garantia para os próximos anos.
Não existe número mágico, mas existe um bom ponto de partida. Uma referência conhecida é separar de 10% a 20% do que entra todo mês, ajustando para cima ou para baixo conforme as suas contas fixas. Se hoje isso parece impossível, comece com o que dá, mesmo que seja R$ 50,00, e use a calculadora para enxergar o impacto de subir esse valor mais adiante. O hábito de depositar pesa mais no longo prazo do que o tamanho do primeiro aporte.
Depende do prazo, da taxa de rendimento e de quanto você já tem guardado. Como referência, para chegar a R$ 50.000,00 em cinco anos, começando do zero e com rendimento de 0,5% ao mês, o aporte fica perto de R$ 717,00 por mês. Coloque os seus próprios números na calculadora para ver o valor exato no seu caso.
A poupança ganha em simplicidade, liquidez e isenção de imposto de renda para pessoa física, por isso continua sendo uma boa porta de entrada para quem está começando a guardar dinheiro. Para objetivos de longo prazo, outras aplicações de renda fixa costumam render mais. A regra prática é usar a poupança para a reserva de emergência e comparar alternativas para o dinheiro que vai ficar parado por anos.
Na prática, é a mesma matemática. A calculadora de poupança já vem ajustada para o jeito que a poupança rende e fala a língua de quem quer guardar um valor por mês. A de juros compostos é mais genérica e serve para qualquer aplicação, mas exige que você saiba a taxa correta para informar.
A taxa segue uma regra ligada à taxa básica de juros do país, então pode subir ou cair ao longo do tempo. O valor que você depositou não diminui, mas o quanto ele rende por mês não é fixo para sempre. Por isso a projeção da calculadora vale para a taxa que você informou, e não como promessa para todo o período.
Pode. Basta trocar a taxa de rendimento pela da aplicação que você está avaliando, como um CDB ou um fundo de renda fixa. A lógica dos aportes mensais e dos juros compostos é a mesma; muda só o percentual que o seu dinheiro rende.
Tem alguma dúvida sobre este tema? Pergunte à comunidade.
E-mail confirmado. Seu comentário aparece após a análise.
Esse link expirou. Publique seu comentário novamente.
Anônimo
Especialista financeiro · Financera
Comparar melhores credores
a partir de 8,7% CET
18 opções
1 min de leituraInvestimento
1 min de leituraInvestimento
1 min de leituraInvestimento
1 min de leituraInvestimento
9 min de leituraInvestimento
Junte-se ao Coleções da Financera - Seu guia semanal para dominar os conceitos básicos de finanças, gerar renda extra e criar uma vida onde o dinheiro trabalha para você. É totalmente gratuito.