Anônimo
Especialista financeiro · Financera
R$ 80.000entrada→R$ 320.000empréstimo
R$ 80.000Entrada
Pagamento mensal: R$ 2.023 | Valor do empréstimo: R$ 320.000
Pagamento mensal por % de entrada para um imóvel de R$ 400.000
| Entrada | Entrada | Valor do empréstimo | Pagamento mensal |
|---|---|---|---|
| 5% | R$ 20.000 | R$ 380.000 | R$ 2.402 |
| 10% | R$ 40.000 | R$ 360.000 | R$ 2.275 |
| 15% | R$ 60.000 | R$ 340.000 | R$ 2.149 |
| 20% | R$ 80.000 | R$ 320.000 | R$ 2.023 |
| 25% | R$ 100.000 | R$ 300.000 | R$ 1.896 |
| 30% | R$ 120.000 | R$ 280.000 | R$ 1.770 |
As estimativas excluem IPTU, seguros e outras taxas. Uma entrada de 20% ou mais geralmente dispensa exigências adicionais de seguro do financiamento imobiliário.
Antes de financiar um imóvel ou um carro, você precisa saber quanto vai desembolsar logo de cara. A calculadora de entrada de financiamento mostra isso em poucos segundos: você informa o valor do bem e quanto pretende dar de entrada, e ela calcula quanto sai do seu bolso à vista e quanto sobra para o banco financiar. Assim você compara cenários antes de fechar negócio e não é pego de surpresa na hora de assinar o contrato.
Informe o valor do imóvel ou bem
Digite o preço total negociado, como aparece na proposta ou no anúncio. Funciona tanto para imóveis quanto para veículos.
Defina a entrada
Escolha o percentual que você quer dar de entrada (por exemplo, 20%). A partir desse percentual, a calculadora mostra o valor da entrada em reais.
Veja o resultado
Na hora você enxerga o valor da entrada e quanto vai precisar financiar. Mude o percentual para testar entradas maiores ou menores e ver o impacto.
A conta é simples. A entrada é uma fatia do valor do imóvel, definida por um percentual:
Entrada = valor do imóvel × percentual de entrada Valor financiado = valor do imóvel - entrada
Vamos a um exemplo real. Imagine um apartamento de R$ 300.000,00 com entrada de 20%. A entrada fica em R$ 300.000,00 × 0,20 = R$ 60.000,00. O valor que o banco vai financiar é R$ 300.000,00 - R$ 60.000,00 = R$ 240.000,00. Se você juntar mais e der 30% de entrada (R$ 90.000,00), financia só R$ 210.000,00 e paga menos juros ao longo do contrato.
Quanto maior a entrada, menor o valor financiado, e isso muda o contrato inteiro. Você paga menos juros no total, as parcelas ficam mais leves e o banco enxerga você como cliente de menor risco, o que ajuda na aprovação e pode render uma taxa melhor. Uma entrada maior também aumenta a chance de o financiamento caber no limite de comprometimento de renda da instituição (em geral, a parcela não passa de cerca de 30% da sua renda mensal). Cuidado para não esvaziar toda a sua reserva na entrada: guarde um valor para emergências e para os custos que aparecem na compra.
A entrada não é o único valor que sai à vista. Na compra de um imóvel, alguns custos ficam de fora do que o banco financia e precisam estar no seu planejamento: o ITBI (imposto pago à prefeitura para transferir o imóvel), a escritura e o registro em cartório e a taxa de avaliação que o banco cobra para vistoriar o bem. Esses valores variam conforme o município e a instituição, mas costumam pesar bastante além da entrada. Some tudo antes de decidir quanto vai dar de entrada, para não ficar sem fôlego no fechamento.
Na maioria dos bancos, o financiamento cobre até cerca de 80% do valor do imóvel, então a entrada costuma começar em 20%. Esse percentual muda conforme a instituição, o tipo de imóvel e o programa de crédito. Em alguns programas habitacionais a entrada mínima pode ser menor, então vale comparar simulações.
É raro. A maioria das instituições exige pelo menos uma parte do valor como entrada, porque isso reduz o risco da operação. Em situações específicas, alguns programas podem financiar um percentual maior, mas você ainda precisa pagar custos como ITBI e cartório à vista.
Sim, em muitos casos o FGTS pode ser usado como entrada ou para abater o saldo, desde que você cumpra as regras (tempo de trabalho sob o regime do FGTS, limite de valor do imóvel e não ter outro imóvel financiado, entre outras). As condições mudam de tempos em tempos, então confirme direto com a Caixa ou com o seu banco.
Quase sempre sim. Uma entrada maior reduz o valor financiado, diminui os juros pagos no total e deixa as parcelas mais leves. Só tome cuidado para não usar toda a sua reserva e acabar sem dinheiro para emergências e para os custos da compra.
Depende do vendedor e do banco. Em imóveis na planta, é comum parcelar a entrada com a construtora durante a obra. Já em imóveis prontos com financiamento bancário, a entrada costuma ser paga à vista no fechamento. Confirme essa possibilidade antes de assinar.
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