Calculadora de Comprometimento de Renda

Calcule o comprometimento de renda em segundos: informe sua renda e as parcelas das suas dívidas e descubra quanto do salário já está comprometido.

R$
41%Relação dívida/renda
0%36%43%60%+
Administrável — alguns credores ficam mais rígidos entre 36–43% | Proporção de moradia: 30% | Total: R$2.050 / mês

Detalhamento

Categoria/ mês% da renda
Moradia (aluguel / financiamento)R$1.50030%
Pagamentos de empréstimos (carro / estudantil / pessoal)R$4008%
Mínimos do cartão de créditoR$1503%
Outras dívidasR$00%
TotalR$2.05041%

Os limites refletem diretrizes comuns de credores (regra 28/36). Os critérios de qualificação variam conforme o credor e o país. As proporções são calculadas sobre a renda bruta (antes dos impostos).

O que é a calculadora de comprometimento de renda

A calculadora de comprometimento de renda mostra, em poucos segundos, quanto do seu salário já está reservado para pagar dívidas e parcelas todo mês. Você informa quanto ganha e quanto gasta com empréstimos, financiamentos e cartão, e a ferramenta devolve o percentual de renda comprometida. É o mesmo número que o banco olha antes de aprovar um novo crédito: quanto maior, mais apertado fica o orçamento e mais difícil conseguir boas condições.

Informe sua renda mensal

Use a renda líquida, ou seja, o que realmente cai na sua conta depois dos descontos. É esse valor que você tem de verdade para se virar no mês.

Some as parcelas que paga

Inclua empréstimo, financiamento do carro ou da casa, consignado, crediário e a fatura do cartão. Some tudo o que sai todo mês para quitar dívidas.

Veja o resultado

A calculadora divide as parcelas pela sua renda e mostra na hora o percentual comprometido. Quanto menor, mais folga você tem no orçamento.

Como o cálculo funciona

A conta para calcular o comprometimento de renda é simples: divida o total das parcelas mensais pela sua renda do mês e multiplique por 100.

Comprometimento (%) = (total das parcelas ÷ renda mensal) × 100

Veja um exemplo. A Camila tem renda líquida de R$ 4.000,00 por mês. Ela paga R$ 900,00 de financiamento do carro e R$ 500,00 entre cartão e crediário, somando R$ 1.400,00 em parcelas. O cálculo fica: 1.400 ÷ 4.000 = 0,35. Multiplicando por 100, dá 35%. Quer dizer que 35% de tudo o que a Camila ganha já está comprometido antes mesmo de pagar mercado, transporte e contas de casa.

Qual percentual é saudável

Não existe número mágico, mas a referência mais usada por educadores financeiros no Brasil é manter o comprometimento de renda até 30%. Dentro dessa faixa, sobra dinheiro para imprevistos e para guardar.

Entre 30% e 50%, o orçamento começa a apertar: dá para pagar, mas qualquer gasto extra ou queda na renda vira problema. Acima de 50%, acende o alerta. Mais da metade do que você ganha vai embora em dívidas, e o risco de atrasar uma parcela e cair no rotativo do cartão cresce muito.

O que muda o seu resultado

Dois detalhes mexem bastante no número final. O primeiro é a renda que você usa: prefira a renda líquida, porque é o dinheiro que de fato entra na conta. Calcular pela renda bruta esconde os descontos e faz o comprometimento parecer menor do que é.

O segundo é quais dívidas você soma. Conte toda parcela fixa de crédito: empréstimo, financiamento, consignado, cartão e crediário. Contas de consumo, como luz, água e aluguel, não são dívida de crédito, mas vale anotar à parte para enxergar o orçamento completo. Se a sua renda varia (autônomo, comissão, freelancer), use a média dos últimos meses e puxe para baixo nos meses mais fracos.

Dicas para reduzir o comprometimento de renda

  • Renegocie antes de atrasar. Procure o banco assim que sentir o aperto. Uma parcela renegociada com juro menor derruba o percentual sem você precisar de mais renda.

  • Troque dívida cara por barata. Quitar o rotativo do cartão ou o cheque especial com um empréstimo de juro menor reduz o valor das parcelas e sobra mais no fim do mês.

  • Junte as dívidas em uma só. A portabilidade ou um consignado pode concentrar várias parcelas numa única, com taxa menor e prazo organizado.

  • Não passe dos 30% ao assumir algo novo. Antes de financiar uma compra, refaça o cálculo já contando a parcela nova e veja se ainda cabe.

  • Aumente a renda quando der. Uma renda extra entra direto no denominador da conta e baixa o percentual comprometido.

Esta calculadora serve para você se organizar, não substitui a análise do banco. Cada instituição tem o próprio critério para aprovar crédito e pode considerar score, histórico e outras informações. As regras de limite de parcela podem variar, então confirme as condições direto com o seu banco.

Perguntas frequentes

O que é comprometimento de renda?

É o percentual do seu salário que já está reservado para pagar dívidas e parcelas todo mês. Se você ganha R$ 3.000,00 e paga R$ 900,00 em parcelas, seu comprometimento de renda é de 30%. Quanto maior o número, menos dinheiro livre você tem.

Qual o percentual de renda comprometida ideal?

A referência mais comum no Brasil é ficar até 30%. Acima disso o orçamento aperta, e passar de 50% costuma indicar endividamento alto. Não é uma regra fixa, mas serve de norte para tomar decisões.

Devo usar a renda bruta ou líquida no cálculo?

Use a renda líquida, o valor que cai na sua conta depois dos descontos. É o dinheiro que você realmente tem para pagar as parcelas e o restante das contas.

Quais dívidas entram no cálculo?

Some todas as parcelas fixas de crédito: empréstimo, financiamento, consignado, cartão e crediário. Contas de consumo, como luz e mercado, ficam de fora desse cálculo, mas vale acompanhar à parte para ver o orçamento completo.

O comprometimento de renda afeta a aprovação do empréstimo?

Sim. O banco olha quanto da sua renda já está comprometida antes de liberar crédito novo. Com o percentual alto, fica mais difícil aprovar e as taxas tendem a ser piores. Reduzir as parcelas atuais melhora as suas chances.

Como funciona o limite do consignado?

O consignado tem uma margem própria definida em lei, chamada de margem consignável, que reserva uma parte do salário ou benefício para esse desconto. O valor pode mudar, então confirme o limite atual com o banco ou o órgão pagador.

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