Anônimo
Especialista financeiro · Financera
R$ 1.414agora→R$ 1.228após o refinanciamento
R$ 185Economia mensal
Ponto de equilíbrio: 1 a 10 m | Economia total ao longo de todo o prazo: R$ 51.615
Economia acumulada vs. manter o empréstimo atual — negativa até que os custos sejam recuperados
| Ano | Empréstimo atual (pago até agora) | Refinanciamento (pago até agora) | Economia líquida |
|---|---|---|---|
| Ano 1 | R$ 16.963 | R$ 18.738 | -R$ 1.775 |
| Ano 2 | R$ 33.925 | R$ 33.476 | R$ 449 |
| Ano 3 | R$ 50.888 | R$ 48.214 | R$ 2.674 |
| Ano 4 | R$ 67.851 | R$ 62.952 | R$ 4.898 |
| Ano 5 | R$ 84.814 | R$ 77.690 | R$ 7.123 |
| Ano 6 | R$ 101.776 | R$ 92.429 | R$ 9.348 |
| Ano 7 | R$ 118.739 | R$ 107.167 | R$ 11.572 |
| Ano 8 | R$ 135.702 | R$ 121.905 | R$ 13.797 |
| Ano 9 | R$ 152.664 | R$ 136.643 | R$ 16.021 |
| Ano 10 | R$ 169.627 | R$ 151.381 | R$ 18.246 |
| Ano 11 | R$ 186.590 | R$ 166.119 | R$ 20.471 |
| Ano 12 | R$ 203.552 | R$ 180.857 | R$ 22.695 |
| Ano 13 | R$ 220.515 | R$ 195.595 | R$ 24.920 |
| Ano 14 | R$ 237.478 | R$ 210.333 | R$ 27.144 |
| Ano 15 | R$ 254.441 | R$ 225.071 | R$ 29.369 |
| Ano 16 | R$ 271.403 | R$ 239.810 | R$ 31.594 |
| Ano 17 | R$ 288.366 | R$ 254.548 | R$ 33.818 |
| Ano 18 | R$ 305.329 | R$ 269.286 | R$ 36.043 |
| Ano 19 | R$ 322.291 | R$ 284.024 | R$ 38.267 |
| Ano 20 | R$ 339.254 | R$ 298.762 | R$ 40.492 |
| Ano 21 | R$ 356.217 | R$ 313.500 | R$ 42.717 |
| Ano 22 | R$ 373.179 | R$ 328.238 | R$ 44.941 |
| Ano 23 | R$ 390.142 | R$ 342.976 | R$ 47.166 |
| Ano 24 | R$ 407.105 | R$ 357.714 | R$ 49.390 |
| Ano 25 | R$ 424.068 | R$ 372.452 | R$ 51.615 |
Assume taxas fixas e que você manteria o empréstimo atual até o fim do prazo. O caminho do refinanciamento inclui os custos únicos. Impostos e taxas contínuas não estão incluídos.
Refinanciar um empréstimo é trocar a dívida que você já tem por uma nova, com taxa de juros menor, prazo diferente ou parcela mais leve. Esta calculadora de refinanciamento de empréstimo pega o seu saldo devedor atual, aplica as novas condições e mostra na hora quanto você passaria a pagar por mês e quanto sobra no bolso até o fim do contrato.
A conta toda aparece acima. Você ajusta os valores e compara, lado a lado, o que paga hoje com o que pagaria depois da troca, sem precisar ir até o banco para descobrir se a oferta é boa.
Informe o saldo devedor
Coloque quanto ainda falta pagar do seu empréstimo atual, não o valor original que você pegou. Esse número costuma aparecer no app ou no extrato do banco como saldo devedor ou valor para quitação.
Digite a taxa de juros atual
Use a taxa mensal do contrato que você tem hoje. Se você só souber a taxa anual, dá para converter para o valor mensal aproximado antes de preencher.
Informe o prazo que falta
Quantas parcelas ainda restam até quitar. É esse trecho da dívida que entra no refinanciamento.
Coloque a nova taxa e o novo prazo
Preencha as condições da oferta que você está avaliando: a nova taxa de juros e em quantas parcelas quer pagar. Vale testar prazos diferentes para ver o efeito na parcela.
Compare os resultados
A calculadora mostra a nova parcela, a diferença em relação à de hoje e o total pago nos dois cenários. Se sobrar dinheiro no fim, o refinanciamento tende a valer a pena.
O cálculo parte da fórmula de parcela fixa, a conhecida Tabela Price, usada na maioria dos empréstimos no Brasil. A ideia é direta: a calculadora distribui o saldo devedor em parcelas iguais e soma os juros que incidem sobre o valor que ainda está em aberto. Quanto maior a taxa ou o prazo, mais juros entram na conta.
Vamos a um exemplo. Imagine que você ainda deve R$ 30.000,00, paga 3,5% ao mês e tem 24 parcelas pela frente. Nesse contrato, a parcela fica em torno de R$ 1.868,00, e você pagaria cerca de R$ 44.800,00 até quitar.
Agora aparece uma oferta de refinanciamento a 2,2% ao mês, também em 24 parcelas. A parcela cai para perto de R$ 1.622,00, uma diferença de quase R$ 246,00 por mês. No total, são aproximadamente R$ 5.900,00 que deixam de sair do seu bolso, só por trocar a taxa de juros.
A parcela menor não conta a história inteira. Quase todo refinanciamento traz custos que comem parte da economia, e vale somá-los antes de decidir.
Os mais comuns são o IOF (imposto cobrado em operações de crédito), tarifas de contratação ou de quitação do contrato antigo e eventuais seguros embutidos. Por isso, na hora de comparar, olhe o CET (Custo Efetivo Total) das duas operações, e não só a taxa de juros. O CET junta juros, impostos e tarifas em um número só, e é a forma mais honesta de saber qual empréstimo sai mais barato de verdade.
Um refinanciamento que estica demais o prazo também pede atenção: a parcela afina, mas você pode terminar pagando mais juros, mesmo com uma taxa menor.
Quem quer pagar menos juros tem dois caminhos parecidos, mas diferentes. No refinanciamento, você renegocia a dívida, em geral com o mesmo banco, trocando as condições do contrato. Já na portabilidade de crédito, você leva o empréstimo para outra instituição que ofereça uma taxa melhor, sem mudar o valor da dívida.
Na prática, a oferta de portabilidade funciona como carta na manga. Muitas vezes o banco atual cobre a proposta do concorrente para não perder o cliente. Use esta calculadora para simular as duas pontas e chegar na conversa com os números na mão.
Vale quando a nova taxa de juros é menor que a atual e a economia supera os custos da troca, como IOF e tarifas. Use a calculadora para comparar o total pago nos dois cenários. Se sobrar dinheiro no fim e a parcela couber no orçamento, o refinanciamento tende a compensar.
Não. No refinanciamento você renegocia a dívida, em geral com o mesmo banco. Na portabilidade, você transfere o empréstimo para outra instituição com uma taxa melhor. Os dois reduzem juros, mas seguem caminhos diferentes, e dá para usar um como argumento para conseguir o outro.
Depende da instituição e do tipo de crédito. Refinanciamentos com garantia, como os de veículo ou imóvel, costumam aceitar nome sujo com mais facilidade, porque a garantia reduz o risco do banco. Já as ofertas sem garantia tendem a ser mais difíceis para quem está negativado.
Pode aumentar se você esticar muito o prazo, mesmo com uma taxa menor. Parcelas menores espalham a dívida por mais tempo, e mais tempo significa mais juros somados. Por isso, olhe sempre o total a pagar, e não só o valor da parcela.
Varia conforme o banco e o tipo de empréstimo. Operações online sem garantia podem ser aprovadas no mesmo dia, enquanto refinanciamentos com garantia de imóvel passam por avaliação e levam mais tempo. Confirme o prazo com a instituição antes de contar com o dinheiro.
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Anônimo
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