As estatísticas criptomoeda Brasil mostram um mercado grande, concentrado em stablecoins e ainda difícil de medir apenas por número de investidores. A melhor leitura vem do cruzamento entre Receita Federal, ANBIMA, Banco Central do Brasil, IBGE e relatórios internacionais.
Em 2025, as operações com criptoativos declaradas à Receita Federal somaram R$ 505,5 bilhões, alta de 21,5% sobre 2024. A média mensal ficou em R$ 42,1 bilhões, com pico de R$ 54,7 bilhões em novembro.
O uso não é só especulação em Bitcoin. O USDT movimentou R$ 326,9 bilhões em 2025, o equivalente a 64,7% do total declarado. Somando USDT e USDC, as duas principais stablecoins chegaram a R$ 359,9 bilhões, cerca de 71,2% das operações.
Pelo lado do investidor comum, a ANBIMA mostra outro recorte: 4% da população brasileira usou moedas digitais como investimento em 2025. Antes de escolher uma corretora de criptomoedas, vale entender que cada fonte mede uma coisa diferente.

