10% de desconto na Azul Viagens e possibilidade de isenção da anuidade
Fornecedor
Banco emissor
Itaú
Campos adicionais
Empresa recomendada
Sim
Embora façamos o nosso melhor para manter os dados atualizados, não podemos garantir a precisão completa em uma base diária
Filtros
Taxas anuais
Benefícios
Tipo de cartão
Etiquetas
Rede
Bônus de boas-vindas
Estatísticas do produto
Uma análise completa de todos os dados dos produtos nesta comparação para ajudá-lo a tomar a decisão certa.
Cashback
7 (77,8%)
Recompensas
9 (100%)
Viagem
6 (66,7%)
Pessoal
9 (100%)
Juros baixos
9 (100%)
Anuidade
R$ 238,80 - R$ 1.260 (R$ 860,40)
Faixa de CET
0% - 0,1% (0,05%)
Período sem juros
30 - 30 (30)
Taxa de CET por penalidade
R$ 0 - R$ 13,76 (R$ 6,66)
Taxa de recompensa base
0,15% - 3% (1,32%)
Taxa de bônus e recompensas
2,6% - 3,5% (3,05%)
Pontos
5 (55,6%)
Seguro viagem
7 (77,8%)
Proteção de compra
8 (88,9%)
Garantia estendida
7 (77,8%)
Cobertura para carro alugado
6 (66,7%)
Sala VIP em aeroportos
5 (55,6%)
Idade mínima
18 - 18 (18)
Renda mínima
R$ 1.000 - R$ 15.000 (R$ 7.142,86)
Estatísticas baseadas em 9 produtos de Cartões de crédito no nosso banco de dados.
EmpresaMais baixoMais alto
Ourocard Fácil0%0,1%
Banco Santander0%0,1%
Cartão Azul Platinum0%0,1%
Itaú Uniclass Visa Signature0%0,1%
Cartão Latam Pass Itaú Black0%0,1%
Cartão Itaú Personnalité Black0%0,1%
Latam Pass Platinum0%0,1%
Trigg0%0,1%
Azul Skyline0%0,1%
Faixa de CET
Veja como as taxas se comparam entre todos os provedores. As barras mostram a faixa entre as taxas mais baixas e mais altas oferecidas por cada empresa.
Escolha da Financera
Mais bem avaliado
Ourocard Fácil
Anuidade zero com gasto mínimo de R$100/mês. Sem atingir esse valor, cobra R$5 mensais. Juros do rotativo em torno de 13,61% ao mês. Custo-benefício positivo para cartão básico.
Não tem atendimento específico para o cartão. Está disponível somente o atendimento geral do Banco do Brasil e um sistema de perguntas frequentes em seu site.
Os termos são transparentes, com informação clara sobre a gratuidade da anuidade. A aceitação ampla da rede Visa e a não-obrigatoriedade de ser correntista são vantagens importantes.
O custo-benefício com anuidade condicional é o principal atrativo. Personalização do cartão físico, aceitação internacional Visa e app do BB funcional entregam boa experiência para um cartão básico.
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Encontrar o melhor cartão de crédito Brasil não é simplesmente escolher o cartão com mais pontos, mais limite ou uma propaganda bonita no aplicativo. O melhor cartão é aquele que combina com o seu uso real: quanto você gasta por mês, se paga a fatura inteira, se viaja, se quer cashback, se aceita anuidade e se tem renda para um cartão premium.
No Brasil, a diferença entre um cartão bom e um cartão caro aparece principalmente em três lugares: anuidade, juros do rotativo e benefícios que você realmente consegue usar. Um cartão com mensalidade grátis pode ser excelente para quem quer simplicidade. Um cartão com anuidade alta pode valer a pena para quem viaja muito e aproveita salas VIP, pontos e descontos. Já para quem costuma parcelar a fatura, quase nenhum programa de pontos compensa o custo dos juros.
Abaixo você encontra uma comparação prática para usar junto com a tabela da Financera. A ideia é ajudar você a separar cartões de entrada, cartões sem anuidade, opções com cashback e cartões de viagem sem cair naquela armadilha clássica: contratar um cartão feito para outro perfil de consumo.
Melhor cartão no Brasil 2026: comparativo dos principais perfis
Não existe um único vencedor para todo mundo. O que existe é um cartão mais adequado para cada perfil. Quem está começando normalmente precisa de aprovação simples, app estável e anuidade baixa. Quem concentra gastos mensais pode transformar uma anuidade alta em custo zero por gasto mínimo. Quem viaja de avião precisa olhar pontuação, bagagens, salas VIP e descontos em passagens.
A tabela abaixo resume opções e caminhos comuns no mercado brasileiro. Use como ponto de partida, não como decisão automática. As regras de renda, limite e aprovação mudam conforme análise de crédito, relacionamento com o banco e histórico do CPF.
Provider
Taxa principal
Prazo/contratação
Condições
Cartões sem anuidade
R$0 de anuidade em opções selecionadas
Aprovação depende do emissor
Bom para primeiro cartão, controle de gastos e uso simples
Trigg
Cashback e custos conforme contrato
Pedido digital com análise de crédito
Indicado para quem quer cartão digital com benefício direto na fatura
Azul Itaú Platinum
Mensalidade grátis com R$4.000 por fatura
Pedido online sujeito à análise
Mais forte para quem voa Azul e usa pontos
Itaú Personnalité Black
Versão sem anuidade para sempre
Exige relacionamento Personnalité
Boa opção premium para alta renda que quer benefícios Black
Azul Itaú Infinite
Mensalidade grátis com gasto alto, como R$20.000 por fatura
Pedido sujeito à renda e análise
Perfil de viagem, alta renda e concentração grande de gastos
Como avaliamos os cartões de crédito
A nossa avaliação começa pelo custo, porque cartão de crédito é crédito antes de ser programa de pontos. Primeiro olhamos anuidade, mensalidade, tarifas por evento, possibilidade de isenção e custo de usar o rotativo ou parcelar a fatura. Depois avaliamos benefícios: cashback, milhas, pontos, seguros, salas VIP, descontos e praticidade no aplicativo.
Também consideramos acessibilidade. Um cartão excelente no papel pode ser pouco útil se exige renda muito alta, relacionamento específico com o banco ou gasto mensal que o consumidor não tem. Por isso, cartões premium e cartões de entrada não devem competir como se fossem o mesmo produto.
O último critério é comportamento de uso. Um cartão sem anuidade pode ser melhor do que um cartão Black para quem gasta pouco. Por outro lado, se você já paga R$8.000, R$10.000 ou mais por mês no cartão e sempre quita a fatura inteira, um cartão com pontos e anuidade reduzida por gastos pode fazer mais sentido.
Critérios que mais pesam na comparação
Custo total: anuidade, mensalidade, tarifas, juros do rotativo, parcelamento e CET informado na fatura.
Benefício líquido: pontos, cashback, milhas e descontos depois de descontar o custo do cartão.
Acessibilidade: renda mínima, exigência de conta, relacionamento com o banco e chance real de aprovação.
Uso no dia a dia: app, cartão virtual, segurança, limite, atendimento e facilidade para contestar compras.
Perfil de viagem: salas VIP, bagagem, seguros, spread em compras internacionais e IOF quando aplicável.
Comparação detalhada: taxas, custos e valores que importam
A anuidade é o custo mais visível, mas não é o único. O Banco Central do Brasil permite a cobrança de tarifas específicas no serviço de cartão, como anuidade, segunda via, saque na função crédito, pagamento de contas usando o cartão e avaliação emergencial de limite, desde que estejam previstas no contrato e na tabela de tarifas.
O custo perigoso é o rotativo. Ele aparece quando você não paga a fatura integral até o vencimento. Desde janeiro de 2024, juros e encargos do rotativo e do parcelamento da fatura têm limite de 100% do valor original da dívida para operações alcançadas pela regra. Isso ajuda a evitar dívidas sem fim, mas não transforma o rotativo em crédito barato.
Na prática, se você deixa R$1.000 sem pagar e entra no rotativo, os juros mensais podem ser muito altos. Mesmo com o limite regulatório, a dívida pode dobrar com encargos antes de ser contida pela regra. É por isso que a pergunta não deve ser apenas qual cartão dá mais pontos. A pergunta certa é: qual cartão você consegue usar sem financiar a fatura?
Situação
Exemplo
O que observar
Anuidade
Cartão cobra R$60 por mês
Só vale se benefícios usados superarem R$720 por ano
Isenção por gastos
Mensalidade grátis ao gastar R$4.000
Não aumente consumo só para bater meta de isenção
Rotativo
Fatura de R$1.000 não paga integralmente
Veja CET, juros, multa, mora e regra de parcelamento
Compra internacional
Compra em moeda estrangeira
Considere IOF de câmbio, spread do cartão e variação do dólar
Como usar a tabela da Financera sem se perder nos benefícios
A tabela de comparação deve ser usada como filtro, não como resposta pronta. Comece removendo cartões que não servem para você. Se a renda mínima está muito acima da sua realidade, se a isenção exige gasto que você não tem ou se o benefício principal é viagem e você quase não viaja, o cartão pode ser bom, mas não para o seu momento.
Depois compare os cartões que sobraram pelo custo anual provável. Some anuidade, mensalidade, tarifas que você costuma usar e uma margem para eventuais juros. Em seguida, estime o benefício que você realmente aproveitaria. Cashback entra fácil nessa conta, porque volta em dinheiro ou crédito. Pontos e milhas exigem mais cuidado, pois dependem de disponibilidade, regras de transferência, validade e valor de resgate.
Também vale olhar a vida prática. Cartão virtual, bloqueio pelo app, notificação instantânea, contestação de compra e facilidade para ajustar limite não aparecem em todo anúncio, mas fazem diferença no dia a dia. Um cartão com menos status e mais controle pode proteger melhor o seu orçamento do que um cartão cheio de benefícios que você usa duas vezes por ano.
Erros comuns ao escolher cartão
Contratar cartão por status e ignorar se a anuidade cabe no orçamento.
Aumentar gastos apenas para alcançar isenção por fatura ou bônus de pontos.
Comparar milhas pelo número de pontos, sem estimar o valor real de resgate.
Usar o limite total como se fosse renda disponível para o mês.
Manter vários cartões ativos e perder controle de datas de vencimento.
Entrar no rotativo para preservar pontos ou cashback, uma troca que costuma sair cara.
Como contratar um cartão de crédito no Brasil
O processo de contratação ficou simples, mas a análise continua existindo. Bancos e fintechs avaliam CPF, renda, histórico de pagamento, relacionamento e comportamento de uso. Ter Serasa Score alto pode ajudar, mas não garante aprovação nem limite alto. Da mesma forma, um score mais baixo não impede todos os cartões, principalmente os de entrada ou com limite inicial menor.
Antes de pedir, escolha o objetivo do cartão. Se você quer não pagar anuidade, veja a nossa lista de cartões sem anuidade. Se quer viagem, compare cartões como o Azul Platinum. Se busca cashback e experiência digital, avalie opções como o Trigg.
Use este roteiro antes de preencher a proposta. Ele reduz a chance de pedir um cartão incompatível com o seu perfil.
Passo a passo para escolher e pedir o cartão
Defina seu objetivo
Escolha uma prioridade: anuidade zero, cashback, milhas, limite, cartão para viagem ou cartão premium. Quem tenta ter tudo costuma pagar por benefícios que não usa.
Calcule seu gasto mensal real
Some as despesas que você já pagaria de qualquer forma. Não inclua compras novas apenas para atingir meta de isenção ou acumular pontos.
Leia anuidade, tarifas e juros
Confira anuidade, mensalidade, tarifas por saque, avaliação emergencial de limite, juros do rotativo e CET em operações financiadas.
Compare exigência de renda e relacionamento
Cartões premium podem exigir conta, investimentos ou gasto alto. Se você não atende aos critérios, comece por um cartão mais simples.
Peça apenas o cartão escolhido
Evite várias propostas ao mesmo tempo. Consultas ao CPF podem aparecer para instituições financeiras e excesso de tentativas pode atrapalhar a análise.
Para quem é cada tipo de cartão
Para quem está começando, o melhor caminho costuma ser um cartão sem anuidade, com aplicativo simples, limite controlado e cartão virtual. Não é o cartão mais chamativo, mas cumpre a função principal: organizar compras e construir histórico de pagamento sem custo fixo pesado.
Para quem gasta bastante todo mês e paga a fatura integral, cartões com pontos ou cashback podem fazer sentido. O segredo é calcular o retorno. Se você paga R$900 por ano de anuidade e recebe R$400 em benefícios usados, o cartão não está te dando vantagem. Está apenas transformando custo em aparência de benefício.
Para alta renda, cartões como o Personnalité Black podem ser interessantes quando a condição de acesso já faz parte da sua vida financeira. Se você precisa mudar completamente seus hábitos para caber no cartão, provavelmente ele não é o melhor cartão para você agora.
Para viajantes, olhe além dos pontos por dólar. Bagagem, descontos em passagens, seguros, salas VIP, spread internacional e atendimento em viagem podem pesar mais. O Azul Platinum, por exemplo, faz mais sentido para quem realmente usa a Azul do que para quem compra passagens apenas pelo menor preço disponível.
Quando um cartão premium vale a pena
Você já concentra gastos suficientes para reduzir ou zerar a anuidade sem forçar consumo.
Os benefícios usados no ano superam o custo total do cartão.
Você viaja com frequência e aproveita seguros, salas VIP, bagagem ou descontos reais.
O banco oferece limite, atendimento e aplicativo compatíveis com a sua rotina.
Quando é melhor escolher um cartão simples
Você costuma atrasar ou parcelar a fatura, pois juros anulam cashback e pontos rapidamente.
A anuidade depende de gasto mensal que você não teria naturalmente.
Você quer apenas comprar online, assinar serviços e separar despesas do mês.
A renda exigida pelo cartão premium aumenta a chance de reprovação ou limite baixo.
Regulamentação: quem fiscaliza cartões no Brasil
Cartões de crédito no Brasil passam principalmente pela regulação do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional. Esses órgãos tratam de regras sobre instituições financeiras, tarifas, crédito rotativo, parcelamento de fatura, transparência de informações e funcionamento do sistema financeiro.
Para o consumidor, também existe a proteção do Código de Defesa do Consumidor e a atuação de Procons e da Secretaria Nacional do Consumidor em conflitos de consumo. Na prática, isso importa quando há cobrança não reconhecida, oferta descumprida, tarifa não informada ou dificuldade para cancelar um serviço.
A Comissão de Valores Mobiliários e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais aparecem muito em assuntos de investimentos, fundos e mercado de capitais. Elas não são a referência principal para decidir cartão de crédito comum. Para cartão, olhe primeiro Banco Central, contrato do emissor, tabela de tarifas e canais de reclamação.
Então, qual é o melhor cartão de crédito para você?
A resposta curta: o melhor cartão é aquele que você consegue pagar integralmente todo mês e que entrega benefício superior ao custo. Para muitas pessoas, isso será um cartão sem anuidade. Para outras, será um cartão com cashback. Para quem viaja e tem gasto alto, pode ser um cartão de milhas ou Black.
Se você pesquisou como funciona melhor cartão de crédito Brasil, o ponto central é este: compare o cartão pelo seu comportamento, não pelo status. Um cartão só é bom quando ajuda você a pagar melhor, gastar com mais controle e aproveitar benefícios que realmente entrariam na sua rotina.
Perguntas frequentes sobre cartão de crédito
Qual é o melhor cartão de crédito do Brasil?
Depende do seu perfil. Para quem gasta pouco, o melhor pode ser um cartão sem anuidade. Para quem viaja, um cartão com milhas e benefícios de aeroporto pode valer mais. Para quem quer simplicidade, cashback direto na fatura costuma ser mais fácil de aproveitar.
Cartão com anuidade vale a pena?
Vale quando os benefícios usados superam o custo. Se a anuidade é R$720 por ano, você precisa receber mais do que isso em pontos, cashback, seguros, descontos ou serviços que realmente usaria.
O que é CET no cartão de crédito?
CET é o Custo Efetivo Total. Ele mostra o custo completo de uma operação de crédito, incluindo juros, tributos e encargos. No cartão, é importante quando você entra no rotativo, parcela a fatura ou contrata crédito vinculado ao cartão.
Pagar o mínimo da fatura prejudica meu bolso?
Sim. Pagar o mínimo evita atraso total, mas leva o saldo restante para o rotativo ou parcelamento, que está entre os créditos mais caros do mercado brasileiro. Use apenas em emergência e quite a dívida o quanto antes.
Score de crédito alto garante aprovação?
Não. O Serasa Score pode ajudar, mas bancos também avaliam renda, relacionamento, histórico interno, dívidas, consultas recentes e política própria de crédito.
É melhor cashback ou milhas?
Cashback é melhor para quem quer benefício simples e previsível. Milhas podem valer mais para quem viaja, entende resgates e consegue concentrar gastos sem pagar juros ou aumentar consumo.
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