As estatísticas de empréstimo no Brasil mostram um mercado grande, caro e muito sensível ao orçamento das famílias. Em maio de 2026, o saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional chegou a R$ 7,3 trilhões, segundo séries do Banco Central do Brasil. Desse total, R$ 4,6 trilhões estavam nas mãos de pessoas físicas.
Para o consumidor, o número que mais importa não é apenas o tamanho do mercado. É o custo. A taxa média das novas operações para pessoas físicas ficou em 38,88% ao ano em maio de 2026. No crédito livre para pessoas físicas, a média chegou a 62,82% ao ano. Isso explica por que comparar opções antes de fechar um empréstimo pessoal faz tanta diferença.
A leitura rápida é esta: o crédito segue crescendo, mas a inadimplência também subiu. A inadimplência total das pessoas físicas ficou em 5,62% em maio de 2026. No crédito livre, o atraso acima de 90 dias chegou a 7,57%. O mercado continua aberto, porém mais seletivo.

